Cada um é livre para pensar e viver do jeito que bem entender. Se te faz feliz, siga. É errado? Apenas a sua mente dará a resposta para isso. Os olhos dos outros não são os seus. Só não tire, de forma alguma, a liberdade de alguém por causa daquilo em que você acredita.
© Antônio Reis

Cada um é livre para pensar e viver do jeito que bem entender. Se te faz feliz, siga. É errado? Apenas a sua mente dará a resposta para isso. Os olhos dos outros não são os seus. Só não tire, de forma alguma, a liberdade de alguém por causa daquilo em que você acredita.

© Antônio Reis


Então você se vai, sai pela porta sem dizer quando irá voltar, e lágrimas escorrem por minha face como se nunca mais fossem parar. E meu coração bate forte, e um sentimento forte prende minha respiração, e então eu começo a sentir a dor que sua falta me causa. E cada momento se torna uma eternidade sem você.
E o que eu não faria para ir aonde você vai, estar onde você está. O que eu não daria para te ter sempre por perto; acordar de manhã com você do meu lado; sentir seu cheiro, sentir seu abraço. Mas agora só me resta passar meus dias esperando pela sua volta. Sua demorada volta.
© Antônio Reis

Então você se vai, sai pela porta sem dizer quando irá voltar, e lágrimas escorrem por minha face como se nunca mais fossem parar. E meu coração bate forte, e um sentimento forte prende minha respiração, e então eu começo a sentir a dor que sua falta me causa. E cada momento se torna uma eternidade sem você.

E o que eu não faria para ir aonde você vai, estar onde você está. O que eu não daria para te ter sempre por perto; acordar de manhã com você do meu lado; sentir seu cheiro, sentir seu abraço. Mas agora só me resta passar meus dias esperando pela sua volta. Sua demorada volta.

© Antônio Reis


Pensar, não quero pensar, contudo não deixo de fazê-lo. Penso em tudo, em como esse tudo se torna nada e em nada penso. Mas pensar em nada é pensar em algo e eu não quero pensar. Fecho os olhos para não fazê-lo, fechando as cortinas.
Não quero saber o que se passa lá fora, se o sol sai ou se oculta. Se na rua passa gente ou ratos; não há diferença. Só é apenas uma contínua rotina, dormir, acordar. A maldita, obstinada e vazia rotina de viver.
O ânimo me abandona, me custa levantar um dedo, não obstante ordeno-o, mas meu corpo já não tem vontade. Ou será a vontade que esqueceu meu corpo? Ainda sinto-o, e dói, me tortura cada partícula. E é o único que noto, porque já não percebo nada dentro.
Carrego um vazio interno, meu amigo íntimo é um buraco coberto por uma martirizante concha gelada que envolvo em roupa suja. Não tenho força para levantar meu corpo. Como, se está desocupado? Me pesa como uma condenação, nada move-o, já não sinto fome, vontades, cheiros, só é pele, carne e ossos.
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Não sei para que se vive, não há um porquê. Me pedem que eu sacuda-o, que lave-o, que guie-o a ver a vida, mas os que me falam não sabem olhar, não compreendem nada, nem nada quero que compreendam. De igual forma dizem que devo buscar dentro. Já o fiz, e ausência encontrei.
Me falam de fé em Deus, que a Ele me sujeite. Creio que deve ser como meu interior, não posso vê-lo, não existe. Me abandonou deixando-me apenas ossos. Já a nada me apego. Insistem que devo respeitar a vida que me foi dada. Como fazê-lo, se só tem vida minha carne e esta unicamente me dá dor? Então se ele me a deu, a ele a devolvo, que a leve, não a necessito.
Esperança? Sim, algo espero e é a morte deste corpo. Que venha logo; eu tirarei as últimas forças que me restam para abraçá-la e deixar de um lado essa sensação de que tudo é um sonho, no qual nada penso. Não há realidade mais real, nem certeza mais certa que a morte.
Não te deixes vencer! Mas rendido estou, esquecido também. Em tudo eu fracassei e para mim o tudo é nada e isso é pior, porque o fracasso depende de algo e eu não tenho nada, não sou nada, e se eu o sou, me cansei de ser amargura, que só isso sou. Ninguém me faz falta e a ninguém faço falta eu. Não haveria diferença se um dia desaparece debaixo da terra meu corpo. Simplesmente seria pele, carne e ossos.
Não sente medo da morte? Me perguntam. Eu não sinto, já estou morto, só que ainda não me enterraram.
Antônio Reis

Pensar, não quero pensar, contudo não deixo de fazê-lo. Penso em tudo, em como esse tudo se torna nada e em nada penso. Mas pensar em nada é pensar em algo e eu não quero pensar. Fecho os olhos para não fazê-lo, fechando as cortinas.

Não quero saber o que se passa lá fora, se o sol sai ou se oculta. Se na rua passa gente ou ratos; não há diferença. Só é apenas uma contínua rotina, dormir, acordar. A maldita, obstinada e vazia rotina de viver.

O ânimo me abandona, me custa levantar um dedo, não obstante ordeno-o, mas meu corpo já não tem vontade. Ou será a vontade que esqueceu meu corpo? Ainda sinto-o, e dói, me tortura cada partícula. E é o único que noto, porque já não percebo nada dentro.

Carrego um vazio interno, meu amigo íntimo é um buraco coberto por uma martirizante concha gelada que envolvo em roupa suja. Não tenho força para levantar meu corpo. Como, se está desocupado? Me pesa como uma condenação, nada move-o, já não sinto fome, vontades, cheiros, só é pele, carne e ossos.

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Acho que nosso maior erro foi forçar um sentimento que não mais existia. Vendo as coisas acontecerem, já dava para perceber que não havia mais o que resgatar. Nosso amor foi para o fundo do poço, e ninguém foi capaz de mergulhar para salvá-lo.
Nosso amor se perdeu entre linhas e rabiscos. Ele que um dia já foi colorido, hoje é apenas uma foto em preto e branco. Desde o começo nosso amor já não era, dava para perceber. De longe amigos me diziam que não iria para frente. E não foi.
Talvez tenhamos errado em aceitar as coisas do jeito que elas aconteciam. Se tivéssemos feito algo a respeito, não estaríamos hoje aqui com pedaços de lembranças nas mãos. Mas éramos jovens demais, talvez esse tenha sido o problema. Mas sempre ouvi dizer que durante a juventude é que o amor é verdadeiro.
Numa casa onde antes havia alegria e sorrisos, hoje restam apenas escombros de velhos sonhos. Dizíamos que nosso amor era o maior do mundo, mas foi menor do que nossa indiferença. E não diga que eu não avisei. Desde o começo eu disse que havia algo errado. E hoje vemos que eu estava certo. E percebi com isso, que o que o amor tem de lindo, ele tem de frágil.
© Antônio Reis

Acho que nosso maior erro foi forçar um sentimento que não mais existia. Vendo as coisas acontecerem, já dava para perceber que não havia mais o que resgatar. Nosso amor foi para o fundo do poço, e ninguém foi capaz de mergulhar para salvá-lo.

Nosso amor se perdeu entre linhas e rabiscos. Ele que um dia já foi colorido, hoje é apenas uma foto em preto e branco. Desde o começo nosso amor já não era, dava para perceber. De longe amigos me diziam que não iria para frente. E não foi.

Talvez tenhamos errado em aceitar as coisas do jeito que elas aconteciam. Se tivéssemos feito algo a respeito, não estaríamos hoje aqui com pedaços de lembranças nas mãos. Mas éramos jovens demais, talvez esse tenha sido o problema. Mas sempre ouvi dizer que durante a juventude é que o amor é verdadeiro.

Numa casa onde antes havia alegria e sorrisos, hoje restam apenas escombros de velhos sonhos. Dizíamos que nosso amor era o maior do mundo, mas foi menor do que nossa indiferença. E não diga que eu não avisei. Desde o começo eu disse que havia algo errado. E hoje vemos que eu estava certo. E percebi com isso, que o que o amor tem de lindo, ele tem de frágil.

© Antônio Reis


Eu não posso escapar, não há para onde correr. O caos está bem dentro de mim porque seu amor virou psicose. Não quero deixar você, vivo atrás de você. Queria chorar e começo a rir. Eu minto a mim mesmo e acredito. Que neurose! Essa voz na minha cabeça, labirinto de tristeza. Este amor não é minha culpa, é uma patologia.
Eu sei que eu tenho um coração bipolar. Sonho com você à noite e te amaldiçoo de dia. Alucino e não faço distinção da realidade e fantasia. Não sei controlar meu coração bipolar. É loucura tratar de me curar de você; me matar e viver só para você. Estou afundando nesta esquizofrenia.
Gloria Trevi

Eu não posso escapar, não há para onde correr. O caos está bem dentro de mim porque seu amor virou psicose. Não quero deixar você, vivo atrás de você. Queria chorar e começo a rir. Eu minto a mim mesmo e acredito. Que neurose! Essa voz na minha cabeça, labirinto de tristeza. Este amor não é minha culpa, é uma patologia.

Eu sei que eu tenho um coração bipolar. Sonho com você à noite e te amaldiçoo de dia. Alucino e não faço distinção da realidade e fantasia. Não sei controlar meu coração bipolar. É loucura tratar de me curar de você; me matar e viver só para você. Estou afundando nesta esquizofrenia.

Gloria Trevi


O meu amor é mais do que você imagina a respeito. O meu amor pode transbordar feito um rio dentro de mim. E como me dói quando o vejo mais fino que um riacho. Quando me sinto preso e ao mesmo tempo pertencente a ninguém.
Outros preencherão todas as nossas lacunas em matéria de destino. Apenas lembre-se que eu não me perdi dentro de você. Mas se parar para pensar em quem eu gostaria de salvar, em quem eu levaria para a próxima vida, você terminaria sozinho!
Eu não sei o que fazer. É tarde para juras… é tarde, meu bem! Estou tentando te esquecer… mas como explicar para o meu coração sem juízo, que ele está batendo numa porta fechada? Desculpe-me, dessa vez é para sempre!
A. R.

O meu amor é mais do que você imagina a respeito. O meu amor pode transbordar feito um rio dentro de mim. E como me dói quando o vejo mais fino que um riacho. Quando me sinto preso e ao mesmo tempo pertencente a ninguém.

Outros preencherão todas as nossas lacunas em matéria de destino. Apenas lembre-se que eu não me perdi dentro de você. Mas se parar para pensar em quem eu gostaria de salvar, em quem eu levaria para a próxima vida, você terminaria sozinho!

Eu não sei o que fazer. É tarde para juras… é tarde, meu bem! Estou tentando te esquecer… mas como explicar para o meu coração sem juízo, que ele está batendo numa porta fechada? Desculpe-me, dessa vez é para sempre!

A. R.